Gestão do conhecimento


Gestão do Conhecimento

 

De acordo com Almeida, Freitas e Souza (2011), “Conhecimento é algo tão comum, disseminado e historicamente valorizado, que a maioria das pessoas dificilmente percebe a possibilidade de administrá-lo além da formação individual proporcionada pelos cursos regulares (ensino fundamental, ensino médio, graduação e pós-graduações).

Falar de Gestão do Conhecimento é tão complexo como procurar uma “agulha no palheiro“. A definição de gestão do conhecimento parte das diferentes distinções. A primeira distinção é o que chamamos de DADO. A segunda, é o que chamamos de INFORMAÇÃO. Conforme explica Almeida, Freitas e Souza (2011), “Dado é entendido como o registro sistemático referente a todo e qualquer evento, objeto ou pessoa, tal como o nome completo, endereço, cidade e estado natal, estado civil, grau de instrução, data de nascimento, data de admissão, número de filhos, salário, número de registro e muito mais. Quando esses dados são processados, seja no sentido cumulativo, comparativo ou qualquer outro, torna-se mais relevante para a tomada de decisão, passando a constituir uma informação.” Ainda segundo os autores apud (NONAKA; TAKEUCHI, 1997, p. 64), “A informação é um fluxo de mensagens, enquanto o conhecimento é criado por esse próprio fluxo de informação, ancorado nas crenças e compromissos de seu detentor”.

Ainda segundo Almeida, Freitas e Souza (2011), “O conhecimento tem caráter subjetivo e complexo, correspondendo a “todo o conjunto de aprendizado e habilidades que indivíduos (não máquinas) usam para resolver problemas” (PROBST; RAUB; ROMHARDT, 2002, p. VI).”

Antes mesmo de se chegar a estas definições, alguns filósofos ocidentais no desejo de chegar a definição de conhecimento, cunharam que o conhecimento deve ter como base a “crença verdadeira e justificada“, inicialmente proposto por Platão.

A palavra verdade, concentrava-se primordialmente pelos ocidentais. Já ao passo que a crença justificada era uma idéia mais aceita pelos orientais.

Segundo René Descartes, que defendia o racionalismo, para se alcançar algo (conhecimento), seria necessário não aceitar algo como verdadeiro sem reconhecer tal característica por sim mesmo (evitar julgamentos precipitados), dividir as dificuldades no maior número de partes possível (análise), iniciar o estudo com os objetos mais simples e fáceis de entender (complexidade progressiva) e fazer enumerações tão completas que se pudesse ter a certeza de que nada foi omitido (não superficialidade) conforme informa os autores (Almeida, Freitas e Souza (2011).

 

Neste sentido, a PMOLab trabalha junto com o grupo de trabalho através do seu diretor Fernando Santos Dantas no CT-GCIE – Comitê Técnico de Gestão do Conhecimento e Informação Estratégica.

Nosso objetivo é o trabalhar com o Método de Avaliação do Conhecimento Organizacional – OKA (Organizational Knowledge Assessment), junto as organizações brasileiras.